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TAAG RETOMA VOOS PARA O BRASIL, SEIS MESES DEPOIS DA SUSPENSÃO, DEVIDO À EVOLUÇÃO DA COVID-19 EM ANGOLA

TAAG reinaugura voos semanais ao Brasil

Luanda - A Transportadora Aérea Nacional - TAAG - retomou nesta sexta-feira (dia 25) as operações comerciais de passageiros para a cidade de São Paulo (Brasil), paralisadas a 20 de Março do corrente ano, por força das medidas restritivas impostas pelas autoridades para conter a propagação da pandemia da covid-19 no país.

Neste primeiro voo, que aconteceu à “luz” do Decreto Presidencial nº 229/20 de 8 de Setembro, que autoriza a retomada gradual dos voos internacionais de passageiros, a partir de 21 do corrente mês, viajaram para o Brasil, hoje, 47 passageiros, dos quais três em classe Executiva e 45 na Económica.

De realçar que as operações internacionais da TAAG reiniciaram na passada terça-feira (dia 22), com o voo Luanda/Lisboa/Luanda (Boeing) 777-300 ER, com capacidade mínima de 220 lugares.

Durante os protocolos de check-in, aos passageiros era exigido o comprovativo do teste negativo da Covid-19 para poderem embarcar. Entre os viajantes constam comerciantes, pessoal dos serviços diplomáticos, estudantes residentes e alguns brasileiros que terminaram o seu vínculo laboral com algumas empresas no país.

Entretanto, conforme o Decreto Presidencial 229/20, esses "voos comerciais" não contemplam viagens em turismo e lazer, estando apenas reservados a passageiros com visto de trabalho/negócio; em busca de tratamento médico; diplomatas e estudantes; delegações oficiais e cidadãos residentes num destes países.

A TAAG (Linhas Aéreas de Angola) suspendeu os voos domésticos e internacionais no dia 20 de Março último, no âmbito das medidas de restrições impostas pela Covid-19, tendo retomado as operações interprovinciais no dia 14 deste mês. Para as províncias, é também obrigatória a apresentação de testes serológicos com resultado negativo.

Em ambos os casos, a viagem não depende de qualquer autorização, como antes desse decreto que prorroga a Situação de Calamidade Pública.

Frustrados incumpridores de medidas

Para o embarque nos voos internacionais de e para Angola, os passageiros devem, obrigatoriamente, apresentar um teste RT PCR, com resultado negativo, efectuado 72 horas antes da viagem, sendo dispensável qualquer autorização por parte da Comissão Multissectorial para a Prevenção e Combate à Covid-19.

Neste voo de regresso à cidade brasileira de São Paulo, pelo menos oito passageiros foram impedidos de viajar, por ausência do comprovativo do teste RT PCR, com resultado negativo.

Ao tentarem cumprir com os procedimento de embarque (chek-in), quatro passageiros nacionais foram “barrados” por não disporem dos atestados do teste negativo da covid-19, apesar de (no grupo) um ter apresentado o teste rápido da covid-19 indefinido.

“A apresentação do teste RTPCR, vulgo “teste da zaragatoa”, não é só um imperativo do Decreto Presidencial 229/20, bem como obrigatoriedade para os destinos internacionais”, salientou um responsável sénior da TAAG, apelando para o cumprimento escrupuloso das medidas de biossegurança no recinto aeroportuário.

O Decreto Por dentro

Conforme o DP nº229/20, de 08 de Setembro, que atualiza as medidas de prevenção e controlo da propagação do vírus SARS-COV-2 (COVID-19), introduzindo algumas alterações às medidas excepcionais e temporárias, a vigorar durante a Situação de Calamidade Pública, declarada por força da covid-19, os passageiros devem observar o seguinte:

O ponto 4. do Artigo 8º diz que “as entradas e saídas do território nacional não carecem de qualquer tipo de autorização, desde que sejam cidadãos nacionais ou estrangeiros legalmente em território nacional. Ou seja, deixa de ser obrigatório o uso de qualquer tipo de autorização para os cidadãos nacionais e estrangeiros conforme o previsto no artigo supra citado.

O ponto 3. do Artigo 10º, referente a embarque nos voos internacionais de e para Angola, adianta ser obrigatória a apresentação de teste RT-PCR com resultado negativo, efetuado nas 72 horas anteriores à viagem para todos os cidadãos ( nacionais e estrangeiros) a partir do dia 21/09/2020.

Já o ponto 4. do Artigo 10º, sublinha que para o embarque nos voos domésticos é obrigatória a apresentação de teste serológico (rápido) com resultado negativo, efetuado 72 horas antes da viagem. Para os efeitos, estão disponíveis em Luanda e nas províncias para onde a TAAG operar, centros para testes rápidos, e outros credenciados sobre o mesmo fim.

Relativamente às medidas de proteção individual, mantém-se a obrigatoriedade do uso correto da máscara facial, sob pena do pagamento de multa, nos termos do Artigo 4º. Assim sendo, o uso de máscaras cirúrgicas (no mínimo 3 para uso durante a viagem) e luvas latex são de caráter obrigatório para o embarque nas aeronaves DT da TAAG.

AVIÕES DA SONAIR ENTREGUES A TAAG

SonAir formaliza entrega de Boings 737-700

Luanda - O presidente da Comissão Executiva da SonAir - Serviço Aéreo, S.A., Ruben Costa, formalizou, esta quinta-feira, a entrega das duas aeronaves do tipo Boeing 737-700 à Comissão Executiva da TAAG.

As aeronaves foram entregues no âmbito do processo de reestruturação em curso no grupo Sonangol, conforme uma nota do Ministério dos Transportes a que a Angop teve acesso.

Na ocasião, o presidente da Comissão Executiva da SonAir, Ruben Costa, considerou fraterna as relações entre as duas empresas.

"É com prazer que entregamos as aeronaves à TAAG para continuarem a servir o nosso país".

exprimiu Ruben Costa

Já o presidente da Comissão Executiva da TAAG, Rui Carreira, afirmou que a companhia vai continuar a sua caminhada rumo à conquista do mercado africano e regional.

As duas aeronaves, acrescentou, vão reforçar a frota e a estratégia comercial e rentabilizá-las, assegurando que "a TAAG nunca vai abandonar a sua missão de atender o interesse público".

Por seu turno, o Administrador da Sonangol, Jorge Vinhas, felicitou ambas partes pelo sucesso nas negociações realizadas, e realçou que o foco da SonAir com a reestruturação é a Asa Rotativa.

A SonAir, num passado recente, realizava voos em Asa fixa (aviões), mas com a reestruturação passa a estar focada no seu objecto social, que é o apoio à indústria petrolífera com voos para o Offshore, em Asa Rotativa (helicópteros).

A SonAir, que pertence ao grupo de empresas não nucleares da Sonangol, realiza voos de evacuação médica “Medevac”, no offshore e no onshore, utilizando helicópteros de tecnologia moderna como meio de transporte.

O acto da assinatura dos documentos contratuais contou o administrador da Sonangol, Supervisor da SonAir, Jorge Vinhas, em representação do Conselho de Administração da Petrolífera nacional, e membros das Comissões Executivas das duas companhias aéreas, SonAir e a TAAG.

NOVA AERONAVE DA TAAG DO TIPO DASH8-400 CHEGOU HOJE AO PAÍS E FOI BAPTIZADA COM O NOME DE ZAIRE

Angola: Segundo Dash 8-400 da TAAG já no país

Luanda - A companhia angolana de bandeira (TAAG) recebeu hoje (dia 10), a segunda das seis aeronaves previstas, da fabricante canadiana De Havilland of Canada Limited (DHC), do modelo Dash 8-400, adquiridas pelo Executivo, no quadro da reestruturação da frota da operadora.

Em solo nacional, a aeronave do tipo turbo hélice, matriculada por D2-TFB, com capacidade de 74 lugares, dos quais 10 em classe executiva, foi batizada com dois jactos de água dos serviços dos bombeiros do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro e recebeu o nome "Zaire", província nortenha de Angola.

Este aparelho, à semelhança dos outros da mesma frota, destina-se a assegurar as linhas domésticas do país e algumas rotas regionais em África, nomeadamente para países limítrofes, com tarifarios "low cust” (baixos custos).

À margem da cerimónia da recepção da aeronave, o Administrador para a Aérea de Operações de Voos e Manutenção, Hugo Amaral, disse que este segundo aparelho é parte do processo de recepção iniciado a 29 de Junho (data de chegada da primeira aeronave).

O responsável adiantou, na ocasião, que achegada da terceira estava prevista para Setembro próximo, mas fica adiada para uma nova data já em negociação.

Por força da Covid-19, que afecta todos os sectores, e a aviação não é excepção, o fabricante e a TAAG estão a fazer os seus replanejamentos no sentido de honrarem com os compromissos de ambas as partes, e daí nascer um novo período para as próximas entregas”

explicou Hugo Amaral

Sobre a entrada em operação desses meios já disponíveis, o administrador executivo afirmou que tão logo seja levantada a cerca sanitária, a TAAG retoma as suas operações, e já com essas novas aeronaves.

O avião Dash 8-400, a mais moderna aeronave na sua tipologia, é de fácil desdobramento em manobras, com baixos níveis de poluição e de consumo de combustível, tendo autonomia de voo de cerca de 6 horas, até dois mil e quinhentos metros de altitude, a 700 quilómetros por hora.

De realçar que a primeira, batizada de “Kwanza”, chegou ao país a 29 de Junho. Os seis aparelhos adquiridos pelo Executivo angolano custaram no global 140 milhões de dólares, que serão pagos em sete anos, com possibilidade de mais cinco anos.

Com a reestruturação e renovação da frota, a companhia aérea angolana tem a expectativa de que para além da sua modernização, venha a despertar o interesse no meio da aviação comercial angolana na região e no continente africano, com preços mais competitivos.

A TAAG, antes da pandemia, atendia cerca de 15 destinos domésticos e vários internacionais, em África, na América do Sul, Caraíbas, na Europa e na Ásia, com uma frota de dez aviões, sendo 4 do tipo 737-700, seis 777-300 e 777-200, actualmente parqueados.